Orégano é essencial na cozinha italiana

Denominado de origanon (erva amarga) por Hipócrates na Grécia Antiga, o orégano é originário do Mediterrâneo, Norte da África e Oriente Médio. Na Itália, os romanos costumavam fazer grinaldas de orégano para coroar casais jovens.

A culinária italiana e grega conta com o orégano em suas receitas. Variedade da manjerona e parente do tomilho, o orégano (também conhecido como orégão) é uma erva bastante aromática.

Orégano: considerada por alguns como a alma da cozinha italiana. Foto Buruneko (OFF)/Flickr.

O sabor característico da pizza vem da utilização do orégano, mas além da erva ser usada para enriquecer molhos de tomate,  na cozinha italiana seu uso é frequente em queijos, massas, sopas, legumes, ensopados e até saladas. Quando está fresco, o orégano pode substituir o tomilho. Quando seco, é interessante friccioná-lo na palma das mãos para liberar o aroma.

Foto: Buruneko (OFF) / Flickr

Fontes: Medicinais Plantas

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Design italiano: vermelho na cozinha

Na Itália, o vermelho remete ao luxo. A empresa Bugatti, fundada em 1923, segue a tendência e  associada a grandes nomes do design italiano traz utilitários com ênfase da cor vermelha para a cozinha. Abaixo alguns objetos de desejo para a casa. São tão lindos que deveriam ficar sempre à mostra, fora do armário.

Sentido horário: torradeira, liquidificador, cafeteira e quebra-nozes. Design Italiano da Bugatti.

Fonte: Doural

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Ritual: dia 29 é dia do Gnocchi della Fortuna

O costume de comer nhoque (gnocchi, em italiano) no dia 29 para atrair sorte e fortuna é recente no Brasil, mas já é popular em São Paulo há mais de duas décadas.  Nos últimos anos o hábito vem alcançando outros estados e regiões do país, incluindo o Nordeste.

Foto: Buttons Magee - Flickr

A história do prato é antiga. O nhoque, tradicional no norte da Itália, existe desde os antigos gregos e romanos. No início o nhoque era elaborado com várias farinhas (trigo e arroz) e até com miolo de pão. As farinhas eram misturadas com água e temperadas com sal e depois cozidas na água.

Com o passar do tempo a massa foi enriquecida com espinafre, queijo, castanha, carne ou peixe. Mas foi a chegada da batata, entre os séculos 16 e 17 que mudou a história do prato tornando-se seu ingrediente supremo — embora em Roma e na Sicília ainda se prestigiam nhoques feitos com farinha de trigo e semolina.

O Gnocchi do Divina Itália é preparado artesanalmente com batatas e farinha de trigo. Para atrair sorte e fortuna, no dia 29 deve-se colocar sob o prato de nhoque uma cédula de qualquer valor. Concentre-se nas primeiras sete bolinhas (alguns afirmam que o ideal é fazer isso de pé).

Ao final da refeição, guarde o dinheiro e entregue para algum necessitado (ou doe para uma associação beneficente) antes do próximo dia 29. A lenda faz referência a São Pantaleão.

Fonte: O Estado de São Paulo / Itália Oggi
Foto: Buttons Magee – Flickr


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Dica: como gelar a cerveja rapidamente

Recebeu amigos em casa e quer gelar a cerveja bem rápido? Confira a dica garimpada no divertido site Marketing na Cozinha.

Você vai precisar de um balde ou caixa de isopor, um saco de gelo, álcool (líquido), um copo de sal e claro, as cervejas em lata.

Coloque as latinhas no recipiente intercalando com gelo em cubos. Primeiro o gelo, depois as cervejas e assim por diante, finalizando com o gelo.

Agora é só jogar o sal por cima e depois o álcool (pode ser um daquelas embalagens menores). Ops, não fume durante o processo e tampe o recipiente por alguns minutos.

Segundo o site, apesar do gelo derreter rapidamente, a cerveja ficará geladíssima em apenas três minutos. Outra dica: para evitar o gosto do sal, lave a latinha antes de servir.

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Artista cria miniaturas de comida

Formada em arquitetura, a artista francesa Stéphane Kilgast gosta mesmo é de fazer miniaturas de comida. Suas delicadas peças são feitas de cerâmica plástica e argila.

Utilizando facas, lâminas, bisturis e palitos de dente ela modela espaghetti, pães, tomates, queijos, tortas, epa… é evidente que ela também gosta de comida italiana!

Fonte: UOL/BBC Brasil

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Massa! Dia 10 de julho é o Dia da Pizza!

Em São Paulo o Dia da Pizza é comemorado há 25 anos. A data foi instituída pelo então secretário de turismo, Caio Luís de Carvalho, depois do sucesso de um festival para eleger as 10 melhores receitas de mussarela e margherita.

Um dia para comemorar o alimento trazido pelos italianos faz muito sentido. O paulistano já consome mais pizza do que no país de origem e fica atrás apenas de New York.  São cerca 6.000 pizzarias que produzem cerca de 370 milhões de pizzas por ano, segundo os dados da Associação de Pizzarias Unidas de São Paulo.

Como temos um pé na cozinha de São Paulo (afinal o Divina Itália nasceu e continua por lá) a gente continua apaixonado pela redonda e entusiasmado com o sucesso da nossa pizza aqui em João Pessoa, na Paraíba.

Para falar honestamente, a pizza é o xodó do Franco, chef da casa.  Ela é servida em  porção individual, tem massa crocante desenvolvida para ser comida até com as mãos, de maneira mais informal.  Os sabores são mussarela, calabresa, margherita, frango e do chef (com pesto).

História da pizza: Reza a lenda que a pizza nasceu em Nápoles e que a pizza margherita foi criada para homenagear a rainha da Itália Margherita di Savóia em visita à Napoles, em 1889. O pizzaiolo Raffaele Esposito, dono da Brandi, uma pizzaria de 1780 que funciona até hoje se inspirou nas cores da bandeira italiana e criou a combinação: queijo, tomate e manjericão.

Para os ortodoxos da “Associazione Verace Pizza Napoletana”, a pizza só deve ter massa, molho de tomate e queijo (mussarela de búfala). Segundo o estatuto, a massa deve ser feita à mão com farinha de trigo e azeite de oliva.

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Descubra o divino sabor dos funghi secchi

Na Itália, funghi é simplesmente o plural de cogumelos. Por isso, funghi secchi não é uma espécie de cogumelo. Funghi secchi é a denominação para qualquer cogumelo desidratato ou seco.

Os Funghi Porcini (Boletus Edulis) são uma espécie que só nascem na Europa. Como é delicado e perecível, são desitradados para garantir a sua durabilidade. Quando desidratados são chamados de Funghi Porcino Secchi. Na Itália o Porcini é encontrado em 95% do país. No Brasil eles são um dos mais caros ingredientes encontrados nas prateleiras dos supermercados.

Existem outros tipos de funghi encontrados no Brasil como o japonês Shiitake e Shimeji, além do Funghi Chileno. Este último, muito usado em receitas italianas contemporâneas.

O funghi secchi Chileno ou funghi secchi selvagem são as denominações das diversas espécies de cogumelos comestíveis provenientes do sul do Chile, entre elas a Coprinus, Tremella fuciformes e Enoki.

A diferença entre o italiano e o chileno está na cor e na suavidade do sabor. Os funghi italianos são claros e mais delicados enquanto os chilenos são escuros e têm sabor mais acentuados.

licença creative commons

Funghi Secchi Italiano da espécie Boletus Edulis ou seja, o Porcini

Dica pra quem não conhece: para usar os funghi secchi, lave-os rapidamente sob um jato d´água e deixe-os de molho em água morna por meia hora para hidratar. A água precisa apenas cobrir os cogumelos no recipiente, não muito mais do que isso. Depois de hidratados, esprema para sair o escesso de água e guarde o líquido escuro para usar na receita. No Divina usamos o funghi nos molhos para acompanhar massas e também no risoto.

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Casa cheia no Dia dos Namorados 2010

Concentração total na cozinha

Desde sempre o restaurante Divina Itália aceita reservas para datas especiais como Dia dos Namorados, Dia das Mães ou festas de confraternização. Para se ter uma ideia, até casamento já foi realizado no Divina (veja neste link).

Isto garante conforto e comodidade aos clientes habituais, que não precisam enfrentar fila em noites tradicionamente de casa cheia. Todos os que reservaram compareceram pontualmente.

De forma espontânea, alguns clientes enviaram flores antecipadamente para customizar a mesa com objetivo de homenagear o seu par (confira abaixo a mesa do Hélio e a mesa do Valter, no ano passado, neste link). Muito romântico.

Helio, nosso cliente habitual, apostou na delicadeza da orquídea para surpreender a esposa.

Reservas seu evento ou mesa por telefone: (83) 3247 2700

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A Festa de São João na Itália

A Festa de São João (em italiano San Giovanni in Laterano) é a mais antiga festa realizada em Roma. Ela está ligada ao Cristianismo, mas as origens da manifestação popular são remotas e vem do tempos das festas pagãs em comemoração ao Solstício do Verão*.

A festa (que incluía a fogueira) era um dos rituais da fertilidade, muito importante para aqueles povos, e que não foram apagados na Era Cristã. A Igreja Católica, inteligentemente, ao invés de condenar o ritual, adaptou-o às comemorações do dia de São João, que teria nascido no dia 24 de Junho.

Em Roma, a Piazza San Giovanni é iluminada com tochas e luzes coloridas. A festa tem banquete noturno com pratos trazidos pelas pessoas que comem, bebem e se divertem ao ar livre. Há danças, cantos e música até o amanhecer.

Roma tem uma receita tradicionalmente ligada à festa de São João: caracóis com molho de tomate, anchovas e hortelã. O prato é quase como uma “simpatia”. Quem aprecia a iguaria garante que o prato afasta os infortúnios.

Em Florença, São João é padroeiro da cidade e tem seu nascimento comemorado com procissão e uma grande festa na Piazza Duomo. Na noite de 24 de junho, há fogos de artifício sobre a cidade — acionados a partir da Piazza Michelangelo. Ao longo do rio Arno, as pessoas se reúnem para apreciar os fogos iluminando o céu.

O espetáculo com fogos de artifício, em comemoração ao nascimento de São João em Florença, dura quase uma hora.

* Sobre o Solstício: A igreja católica só comemora dois nascimentos: o de São João e o de Jesus Cristo. E os solstícios só ocorrem duas vezes por ano: em junho (por volta do dia 21) e em dezembro (por volta do dia 21).  O dia e hora exatos variam de um ano para outro.

Quando o solstício ocorre no Verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Quando ocorre no Inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.

Enquanto no hemisfério Norte começa o Verão, no Hemisfério Sul começa o Inverno.

Foto: stefanofi/flickr

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Turma do teatro no Divina Itália

Guilherme Leme: elogios para o molho de tomate do Franco e para o strogonoff de morango da Djanira

Esta semana recebemos na casa o ator Guilherme Leme e o pessoal da produção da peça O Estrangeiro, baseada na obra de Albert Camus, que esteve em curta temporada na Paraíba no último final de semana.

O peça encenado por Guilherme (um monólogo) teve apresentações em Campina Grande e aqui em João Pessoa. No Nordeste, a turnê incluiu Arapiraca e Maceió, em Alagoas; e as cidades de Porto Seguro, Salvador e Vitória da Conquista, na Bahia. Agora a peça está em São Paulo — já demos a dica: em Sampa, visitem o Divina Itália na Vila Madalena!

A hora da sobremesa foi uma festa! À dir. a produtora cultural Deise: foi ela quem trouxe esta turma do teatro para o Divina Itália.

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