Antipasti do Divina: tudo começa assim

Antipasti (plural de antipasto), significa “antes da pasta”, ou seja, “antes da massa”.  Tradicionalmente, significa o início da refeição italiana.

Das antigas cantinas aos restaurantes contemporâneos, cada um a sua maneira, todos apresentam como antipasti ingredientes clássicos da cozinha italiana como carnes curadas (embutidos), azeitonas, queijos diversos e receitas preparadas com legumes da dieta mediterrânea como berinjela, abobrinha, cebola, tomate e pimentões.

Para complementar, azeite e pão sempre à mão.

Antipasti do Divina: mix apresenta alguns sabores e texturas da cozinha italiana

No restaurante Divina Itália, cada antipasto pode ser servido em porções. O carro-chefe é o Antipasti do Divina, para degustação de vários ingredientes e receitas — um verdadeiro passeio por sabores e texturas. Abaixo, as porções que compõem o antipasti:

  • Pão artesanal fresquinho,  produzido na casa.
  • Finas fatias de salame (carne curada)
  • Azeitonas
  • Bolinhas de queijo — receita secreta do chef
  • Patê de berinjela
  • Manteiga
  • Alicella
  • Fatias de provolone defumado (queijo curado)
  • Sardela
  • Caponata ou ratatuille (refogado de berinjela, cebola, tomates e passas)

Sardela é, sim, coisa nostra!

sardela-antipastoSardela em italiano significa sardinha. Mas pra nós sardela é um antipasto delicioso. Em qualquer restaurante italiano você pede e encontra Sardela… aqui todo mundo tem, aqui todo mundo oferece. Mas na Itália não. Por quê? Porque a receita foi criada no Brasil.

A receita é anônima, claro. Diz-se por aí que é uma adptação da Rosamarina ou Cabrese caviar, todos antipasti da Calábria. A receita de lá leva anchovas curtidas na salmora e moídas com pimentão e azeite (também).

Verdade ou não, o fato é que a Sardela é coisa nostra. É uma “italianada”, ou seja, coisa adaptada.  fruto da criatividade de povos que se misturam.

Nosso palpite é que, provavelmente os imigrantes não encontraram ingredientes iguais ao da própria terra. Aí um brasileiro dono da mercearia sugeriu a substituição. Afinal, naquele tempo não existia  Duty Free nos portos brasileiros e nem as grandes redes de supermercados internacionais, certo?