Páscoa na Itália: feriado é comemorado na segunda-feira com piquenique!

A Itália é um país religioso, sobretudo católico, e comemora a Páscoa em grande estilo. Na mesa do domingo não pode faltar a Torta Pasqualina, a Pastiera di Grano e a Colomba Pascal.

O momento da Páscoa coincide com o início da Primavera, mas o ápice das celebrações de chegada da nova estação é um dia depois do domingo de Páscoa. Por isso, lá na Itália não tem feriado na sexta-feira como no Brasil. O feriado chamado de Pasquetta ou Pasquela é na segunda-feira, para comemorar a primavera.

Na Pasquetta, o italiano sai de casa para fazer piqueniques nos parques. Este dia é também chamado de “LunedÌ dell’Angelo” ou “Segunda-feira do Anjo” (aparição do anjo no sepulcro de Jesus, anunciando-lhes a ressurreição, diante das mulheres).

O feriado da Pasquetta é um dia de celebração e confraternização entre familiares e amigos para comemorar a nova estação das flores que chega embelezando tudo.

Buona Pasqua!

Na Pasquetta é dia de confraternizar com amigos e parentes em parques para comemorar o início da Primavera.
O feriado da Pasquetta é na segunda-feira, após o domingo de Páscoa. É dia de piquenique no parque para confraternizar e comemorar a chegada da Primavera. Foto:  www.meteo10.it

 

Sobrou molho no prato? Fare la scarpetta

Dizem que não é elegante, mas saiba que qualquer italiano faz isso quando sobra molho.  É uma ação comum… pegar um pedaço de pão e limpar o prato. Então fique a vontade…  fare la scarpetta! 

O fato é que é difícil manter a elegância na frente de um prato com um molho suculento… Você consegue? Aqui no Divina não precisa se contar… A vantagem é que aqui ninguém repara, todo mundo se sente em casa! Então, faça como nós! Aproveitar o seu molho até o finalzinho e limpar o seu prato com o pão caseiro e quentinho do Divina.

A gente fica é feliz de saber que você aproveitou!

Na Itália é comum limpar o prato com o pão para aproveitar todo o molho. Foto: Shutterstock.
Na Itália é comum limpar o prato com o pão para aproveitar todo o molho. Foto: Shutterstock.

Livro narra a história dos italianos e sua comida

Depois de escrever em 2004 sobre a máfia siciliana, John Dickie — professor inglês de estudos italianos– narra a história das cozinhas regionais da Itália com o objetivo desvendar a cultura italiana que muito se expressa por meio da comida.

O livro “Delizia! – A História dos Italianos e Sua Comida” de 328 páginas, foi traduzido para o português pela Companhia Editora Nacional e já está disponível em várias livrarias.

Veja mais em http://goo.gl/W54q4S

Delizia! -- A História dos Italianaos e sua Cozinha
Delizia! — A História dos Italianaos e sua Cozinha

Coliseu revela túneis e galerias secretas

Coliseu - Roma, Itália.

Para quem está com viagem marcada para a Itália, uma dica.  Em Roma — pela primeira vez – será possível visitar as galerias no subsolo do Coliseu.

Alí, no subterrâneo do  estão os túneis que levaram os gladiadores até a arena e também as jaulas onde ficavam os animais. Uma área superior do monumento antigo que estava fechada desde os anos 1970 também será acessível a visitantes

Imperdível.

No RS, uma réplica de vilarejo de imigrantes italianos

Em Garibaldi, na Serra gaúcha, aos poucos o veterinário Luiz Henrique Fitarelli, 51 anos, constrói uma vila que reproduz a arquitetura e os costumes dos imigrantes italianos de 135 anos atrás.

A matéria do Zero Hora, com fotos de Tadeu Vilani e texto de Rosane Tremea, informa que ele comprou o terreno de 32 hectares há 6 anos com o intuito de realizar o sonho de construir um museu a partir de sua  própria coleção de 6 mil objetos. A ideia é mostrar às novas gerações como eram as habitações rurais e as atividades artesanais que caracterizaram a cultura dos imigrantes italianos no Rio Grande do Sul.

Fitarelli tem uma coleção de 6 mil objetos. Alguns são herança de seus pais. Foto: Tadeu Vilani (Zero Hora).
Vila Fitarelli tem 32 hectares e terá capela, bodega, moinho, ferraria e cantina. Foto Tadeu Vilani (Zero Hora).

A vila já tem algumas construções. Para ficar completa terá capela de pedra (e campanário, de madeira), bodega (o armazém, no térreo; a residência da família, no segundo piso; o porão para produção e armazenagem do vinho),  moinho com roda d’água, a ferraria, a cantina, além de ovelhas pastando e riacho.

Apesar da falta de incentivo público, a vila de Fitarelli chama a atenção. No ano passado recebeu a visita da antropóloga italiana Daniela Perco, idealizadora e curadora do Museu Etnográfico da Província de Belluno, em Cesiomaggiore, norte da Itália.

Veja matéria completa no Jornal Zero Hora.