A história do ravioli

Os ravioli (plural de raviolo) surgiram na Ilha da Sicília (sul da Itália) no século XII como círculos ou retângulos de massa para serem adicionados em caldos e sopas.

Com o tempo, surgiram os ravioli rechados. Ovos, queijo (ricota) e ervas eram os principais ingredientes para rechear a massa, mas foi no norte da Itália que surgiram os ravioli com recheio de carne.

Reza a tradição que os ravioli devem ter formatos quadrados ou retangulares. Com outros formatos estas massas costumam ganhar outros nomes.

Saiba mais sobre massas recheadas neste link http://bit.ly/1bFBSf1

Para provar o Ravioli, peça no restaurante Divina Itália o Brancaleone: Ravioli gigante recheado com carne bovina, linguiça calabresa, vitela e temperos tradicionais. Molho branco ou outro de sua preferência.

Ravioli artesanal. Tudo feito à mão no Divina Itália.
Ravioli artesanal. Tudo feito à mão no Divina Itália.

Sociedade secreta criou o Spaghetti alla Carbonara

Uma das histórias ligadas à unificação italiana – que comemorou 150 anos em 2012 –, é a receita do “Espaguete alla Carbonara” (Espaguete à Cardonara), que teria sido criado por membros da Carbonária.

A Carbonária era uma sociedade secreta e revolucionária que atuou em alguns países da Europa. Fundada na Itália por volta de 1810, participou de revoltas ao longo do século XIX, incluindo a guerra pela unificação italiana.

O nome deriva de carbonaro, carvoeiro em italiano. Seus membros supostamente se encontravam nas cabanas de carvoeiros, daí o nome.

A receita original de Roma é preparada com ovos, queijo parmesão, queijo pecorino romano, toucinho, pimenta preta e ainda banha, azeite ou manteiga. Há ainda a versão com nata mas não é um ingrediente da receita original.

O toucinho mais utilizado é o denominado guanciale (bochechas de porco), mas é comum substituir por outros toucinhos. O resultado final da receita original não é uma massa com um molho abundante: os ovos e o queijo aderem aos fios de massa, formando uma espécie de capa, com pedaços de toucinho espalhados.

Há uma versão de Espaguete alla Carbonara anglo-americana com acréscimo de alho, ervilhas e, eventualmente, cogumelos.

Em ambas as versões da receita, os ovos são adicionados crus ao molho e acabam por cozer apenas com o calor da massa.

Spaghetti alla Carbonara: é só pedir que o chef faz (não está no cardápio)
Spaghetti alla Carbonara: é só pedir que o chef faz (não está no cardápio)

Divina Itália atrai jornalistas-escritores

Nelson Motta, Zuenir Ventura e Claudia Alencar estiveram no dia 29 de maio jantando no restaurante Divina Itália. Os jornalistas e a atriz (todos com livros recém-lançados) participaram do XIII Festival Nacional de Artes – Fenart 2010, em João Pessoa de 23 a 29 de maio.

Os autores estavam acompanhos de Ana Viana e seu marido Bia Bezerra e também de Monica Silveira (todos jornalistas).  Claudia, Nelson e Monica provaram diferentes massas e Zuenir escolheu o risoto de manga com queijo brie. Elegeram o chileno Ímpetu Carmenére para acompanhar os pratos.

Ao final, antes de partirem, Monica declarou entusiasmada: “foi a melhor torta holandesa que já provei”. Já Motta elogiou o Strogonoff de Morangos que qualificou como sobremesa “deliciosa e criativa” e lamentou não poder ficar mais alguns dias na cidade para provar outros pratos (curtiu a ideia da lasanha de carne-seca com jerimum e da massa ao molho de limão com camarões no vapor).

Além dos elogios, Motta deu para Franco uma receita de risoto de vinho com uvas, garimpada em um restaurante de New York. Os dois conversaram por algum tempo sobre o trabalho que já fizeram juntos, quando o chef ainda era produtor/editor de imagens (mais sobre o passado profissional do Franco aqui).

Ana Viana, Zuenir Ventura, Franco, Nelson Motta, Claudia Alencar e Mônica Silveira no Divina Itália
Franco e Nelson Motta: reencontro rende dica de receita

Sobre os livros lançados na Fenart: Força Estranha, de Nelson Motta, reúne “causos” em cenários e épocas nas décadas de 1960 e 1980 na orla da Zona Sul do Rio de Janeiro. O livro Sutil Felicidade, de Claudia Alencar é uma seleção de poemas e ilustrações da própria artista. Já o livro Conversa Sobre o Tempo trata-se de papos sobre família, amizade, paixões, política e morte entre dois grandes escritores brasileiros: Zuenir Ventura e Luis Fernando Veríssimo.

25 de outubro: Dia Mundial do Macarrão

macarrãoO macarrão está associado família ou amigos reunidos em volta da mesa. É por isso que ele é um paixão popular a ponto de ganhar, há 14 anos, uma data exclusiva para ser festejado.

O dia 25 de outubro foi escolhido por ser o dia da realização do 1º Congresso Mundial de Pasta, em Roma, em 1995. Atualmente, o Dia Mundial do Macarrão é comemorada nos EUA, México, Turquia, Itália, Alemanha, Venezuela e Brasil.

Segundo dados da Abima (Associação Brasileira de Indústrias de Massa Alimentícia), A indústria brasileira produz 1,3 milhão de toneladas/ano, ficando atrás apenas da Itália e dos Estados Unidos que produzem 3 milhões de toneladas e 2 milhões de toneladas, respectivamente. O setor, que no Brasil gera 25 mil empregos diretos, registrou em 2008 um faturamento de R$ 5 bilhões, o que representa um crescimento de 10% em relação ao ano
anterior. O consumo de macarrão no Brasil é de 6,6 kg por pessoa, a cada ano.

Venha comemorar o Dia Mundial do Macarrão no Divina Itália Praia.